O Brasil encerrou sua participação nas Paralímpiadas na noite de ontem aqui no Brasil, já era domingo no Japão.

Foram momentos de muita torcida, mas mesmo não estando próximos aos paratletas, é possível perceber que esta competição é diferente. Nós remadores, acostumados com apenas um campeão, nas paralímpiadas é diferente, TODOS são campeões.

Segundo opinião de um grande campeão e profissional do esporte, João Carlos Gonçalves “o clima é outro, aquilo parece uma festa”, quando assistiram a eventos em Londres, 2012.

Em tempos de pandemia onde as pessoas são seres virtuais para nós, alguns destes atletas e técnicos, já tivemos a felicidade de conversar ao vivo, o que nos enche de orgulho, e nos traz de volta a realidade, assistir a estes heróis remando na televisão, ao lado dos melhores do mundo, nos remete ao campo dos torcedores, e na melhor forma possível, toda a tietagem toma conta de nossa racionalidade.

A foto que escolhemos para homenagear a TODA a equipe, foi enviada pelo nosso amigo Nino Degola, tendo como plano de fundo o projeto Remo Meu Rumo , com o devido destaque à medalha de bronze do Dr. Renê Pereira

Equipe paralímpica da direita para a esquerda: Em pé Birigui, Guilherme Soares, Fernando Carvalho, Cesar Augusto, Integrante, Valdeni Silva Junior, Fred Malrich , Michel Pessanha, Jairo Klug, Integrante. Agachadas: Josiane Lima, Ana Paula Madruga e Diana Barcelos.

Aqui vai mais uma revelação no melhor estilo das Histórias de Remador , assistimos às regatas dos jogos paralímpicos através do canal do YouTube Paralympic Games , com exceção da repescagem dos barcos mistos Double e Quatro Com.

O motivo: cansaço físico. Era necessário dormir cedo, pois no sábado, 28/08/2021, participamos da prova Skiff Master “E” da Copa RS, ocorrida na Ilha do Pavão, em Porto Alegre, RS, mas este assunto é matéria para uma outra resenha. Aguardem.

Cesar Seara Neto – Foto: Maurício Fleck
Categorias: Crônicas

2 comentário

Fernando Carvalho · 29 de agosto de 2021 às 16:31

Parabéns, que belo relato, podemos fazer melhor e vamos fazer.

    historiasderemador · 5 de setembro de 2021 às 17:33

    Escrever qualquer um consegue, mas fazer, e bem feito, são poucos. Parabéns Fernando

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