Seara Neto pede socorro

Publicado por historiasderemador em

Por Cesar Seara Neto

A melhor parte no processo de contar histórias é a pesquisa. É similar a puxar a lã enrolada, junto com o fio que seguramos vem o resto, só que de maneira desordenada. Separar é necessário, caso contrário, corremos o risco de dar um nó.

Na segunda resenha sobre a Copa SABESP, ouvi mais remadoras das diversas regiões do nosso Brasil continental. É necessário estar atento ao que as pessoas dizem. O canal Histórias de Remador surgiu como uma ferramenta de pesquisa para ouvir o que as pessoas que eu já conhecia tinham para relatar e assim escrever o livro desejado. Sábio conselho do André Dutra para ouvir os que eu não conhecia. Novas águas surgiram para mim. Os horizontes se ampliaram. Mas o que sou eu no meio do oceano? Nada? Sou muito pequeno e não consigo lidar com tanta água.

A engenharia civil foi o principal motivo que me fez parar de remar em mil novecentos e oitenta e seis. O retorno foi em dois mil e dezoito. Gostaria de não me preocupar mais com os afazeres profissionais, mas sem saldo no banco não tem comida na mesa, tampouco internet na ponta do cabo.

Continuo fazendo com muita dedicação e satisfação, meus laudos na área de segurança do trabalho, minha especialização. O que isso tem a ver com as Histórias de Remador? A resposta é: vinte e quatro horas. Essa é a quantidade de tempo que dispomos por dia para fazer o que desejamos, ou seria o que conseguimos?

Na primeira resenha da Copa SABESP, ouvi Ana Kist me perguntar por que eu não conto com a ajuda de mais pessoas para contar essas histórias?

Eu pedi desculpas ao vivo por não ter conseguido ir a São Paulo para fazer a transmissão. Lou de Brasília falou do silêncio no domingo das finais, minha voz poderia ter servido como motivador e conexão entre raia e plateia. Eu não fui porque faltou gasolina no meu avião. Esse conflito no Estreito de Ormuz ainda que distante, já está no quintal da minha casa.

Tenho recebido vários pedidos de Collab no Instagram, todos aceitos com o maior prazer, mas isso por si não basta para as demandas que o Portal requer. Deixo aqui algumas ideias que as pessoas poderiam fazer para contribuir com a “voz do remo brasileiro”. As que eu não pensei ou citei, deixo para que o façam nos comentários abaixo, aqui no site e NÃO no Whatsapp!

  1. Tornar-se membro do Canal do YouTube. A contribuição é irrisória, mensal, mas se forem muitas pessoas… é só clicar AQUI
  2. Lancei o livro no ano passado. Ainda tenho alguns exemplares. O envio pode ser feito pelos Correios. O valor é muito atrativo. Me chama aqui pelo WhatsApp ou Instagram
  3. Nos intervalos das provas durante as transmissões podemos veicular conteúdos criados por outras pessoas, histórias, imagens (vídeos), propaganda de empresas ou serviços. Isso se chama patrocínio. No Sul Americano Jr/Sub 23 fechamos algumas cotas e contratamos o drone.
  4. Toda semana um texto é lançado no portal (site). Assuntos sobre remo ou esportes náuticos são bem-vindos. Qualquer pessoa pode escrever.
  5. Por que os bate-papos são conduzidos só pelo Seara Neto? Porque eu sou cara de pau! Mas eu tenho certeza de que outras pessoas poderiam conduzir as entrevistas, e até de forma mais profissional.
  6. Nas transmissões das regatas ao vivo, eu opero uma câmera, um notebook e ainda faço a narração. Por que não temos mais gente nessas funções? Acredito porque eu peço pouco. A operação de drone deixamos para quem sabe e possua equipamento com saída HDMI para transmissão ao vivo.

Fica aqui registrado minha súplica.

Comentem AQUI no site.

Categorias: Crônicas

4 comentário

MARCELO RICHAR ARUA PIOVANOTTI · 31 de maio de 2026 às 12:59

Boa!!

Juscelino Nunes · 31 de maio de 2026 às 13:13

Você é brilhante no que gosta de fazer amigo Seara

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