Somente o necessário

Amanhã quando acordarmos, o calendário indicará mês doze, o último do ano. Daqui a pouco iniciarão as finais do Campeonato Brasileiro de Remo de Praia, na curva da Jurema, em Vitória, ES. Impossível fazer tudo o que sonhamos, mas sonhar é necessário. As mudanças e descobertas muitas vezes derivam dos sonhos.
Recebi uma mensagem de uma mãe de jovens remadores, interessada em escrever sobre o remo, “e não há outra pessoa que possa me dar uma luz que não o senhor”. A ligação durou mais de duas horas! Aprendemos muito, descobrimos coincidências, dividimos emoções e lágrimas de cada lado da linha. Tudo isso devido a esse esporte que fascina, encanta. Cada vez mais difícil explicar essa magia, mas quanto mais eu tento, parece que mais detalhes aparecem, e por mais que se tente simplificar, a quantidade de variáveis se multiplica.
De concreto o que posso afirmar é que os filhos dela remam num estado que historicamente não tem a tradição do remo, mas devido a obstinação e abnegação de dois irmãos, ex-remadores, de uma tradicional família, levaram barcos para lá, tornando o esporte possível.
Fica aqui a minha tarefa para trazer esses dois para um bate papo no canal para contar essas Histórias de Remador. Não darei spoiler sobre o estado, apenas posso dizer que a Copa Sul/Sudeste 2026 será na sua capital. Como diz Laís Floripa, não sabia? Ficou curioso?
2 comentário
ROBERTO MULBERT · 30 de novembro de 2025 às 12:11
Boaaaaaaaa!!!!
Mais uma crônica fascinante.
Já vai colecionando mais histórias para o próximo livro.
Abraço e baias remadas
historiasderemador · 30 de novembro de 2025 às 13:08
Boa ideia, mas primeiro tem que esgotar o primeiro.